Brasil insta a OMS a agir no registro de mortes por COVID

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instou o Brasil a tomar “medidas drásticas” para controlar o número de casos e mortes de COVID-19, o que está um passo à frente de seu sistema de saúde sobrecarregado.

O presidente da OMS, Tetros Adonom Caprais, disse em entrevista coletiva que “não apenas o número de casos, mas também o número de mortes está aumentando”.

“As medidas a serem tomadas devem ser as mais sérias possíveis”, acrescentou.

Seus comentários foram feitos depois que o Brasil estabeleceu um novo recorde terrível de mais de 2.000 mortes de COVID em 24 horas no início desta semana.

“Se medidas drásticas não forem tomadas, a tendência de alta que agora está inundando o sistema de saúde … causará mais mortes”, alertou Tetros.

A Organização Mundial da Saúde alertou repetidamente para um surto no Brasil, o segundo país mais afetado depois dos Estados Unidos, com 273 mil mortes e 22,3 milhões de casos.

Tetros alertou na sexta-feira que a piora da situação no Brasil pode piorar as condições em outros lugares.

“Se a situação no Brasil continuar grave, os vizinhos serão afetados … pode ir ainda mais longe”, disse.

A Tetros exigiu “mensagens claras das autoridades” sobre a situação e as medidas necessárias.

O presidente Jair Bolzano, que foi atingido pelo vírus no ano passado, pediu na semana passada aos brasileiros que “parassem de reclamar” do COVID-19 e renovou seus ataques às medidas de permanência em casa.

Especialistas em saúde dizem que a ascensão do Brasil é desencadeada por um novo tipo de vírus mais contagioso chamado P1, que se acredita ter se originado na cidade de Manaus, na floresta amazônica.

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