Brasil monitora o mercado de alimentos halal de US $ 1,17 trilhão e deseja aumentar sua participação no comércio

SÃO PAULO, 6 de dezembro (Reuters) – O Brasil, maior exportador mundial de produtos alimentícios como café e soja, quer aumentar as exportações de produtos agrícolas para os países islâmicos, disse Flavio Petarello, secretário adjunto do Ministério da Agricultura.

Falando em uma conferência comercial em São Paulo na segunda-feira, Petarello disse que o Brasil está em negociações com a Indonésia, Líbano e Marrocos para acessar seus mercados e vender produtos agrícolas diferentes de milho, carne bovina, aves e açúcar bruto.

“Há uma preocupação com os tipos e destinos dos produtos exportados”, disse Petrello.

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A Organização de Cooperação Islâmica (OIC), com 57 membros, importou US $ 190,5 bilhões em alimentos, incluindo trigo, milho, açúcar, arroz, leite e laticínios, até 2021, segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Desse valor, os dados mostram que o Brasil vale US $ 14,1 bilhões, ou cerca de 7,5%.

Bettarello lembrou que Turquia, Irã, Indonésia, Arábia Saudita e Bangladesh são os maiores importadores do grupo, com apenas cinco países da OIC respondendo por 50% das exportações agrícolas do Brasil.

“A China é nosso principal parceiro comercial e nossa participação no mercado chinês é de 21%”, observa ele sobre as exportações de alimentos. “Sabemos que os países da OIC e o mundo islâmico têm espaço para expandir nossa contribuição.”

A disposição do governo em negociar reflete a busca do Brasil por uma fatia maior do comércio mundial de alimentos.

É o maior exportador e produtor mundial de carnes halal, incluindo carne bovina e de frango, para dietas muçulmanas. As exportações de carne bovina e de frango halal do Brasil totalizaram US $ 4,7 bilhões no ano passado, de acordo com dados do governo compilados pelos grupos da indústria ABIEC e ABPA.

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De acordo com o Relatório do Estado da Economia Islâmica Global, os muçulmanos gastarão US $ 1,17 trilhão em alimentos em 2019. Em 2024, os muçulmanos gastarão US $ 1,38 trilhão em comida, de acordo com o relatório.

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Reportagem de Ana Mano em São Paulo Editado por Matthew Louise e Aurora Ellis

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