BRF do Brasil e Fundo da Arábia Saudita criam joint venture para avicultura

Os logotipos do embalador de resgate brasileiro BRF SA são exibidos em 1º de outubro de 2019 na sede em Guerrero, Brasil. REUTERS/Rodolfo Buhrer

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SÃO PAULO, 13 Jan (Reuters) – A processadora brasileira de aves e suínos BRF SA (BRFS3.SA) assinou um memorando de entendimento (MoU) com o Fundo Soberano da Arábia Saudita para formar uma joint venture para produzir produtos de aves no Oriente Médio. .

A BRF disse em um depósito de títulos na quinta-feira que deterá uma participação de 70% na joint venture e os 30% restantes no Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF).

O MoU é irrestrito e visa criar uma empresa para produzir e vender produtos de aves frescos, congelados e processados. A BRF se recusou a fornecer mais detalhes sobre o movimento, pois estava em um período de silêncio para decidir sobre uma emissão de ações de acompanhamento, antes de uma votação de acionistas na segunda-feira. consulte Mais informação

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A empresa brasileira disse que a joint venture exigiria um investimento de US$ 350 milhões.

As ações da BRF subiram 3,7%, para R$ 24,72 no pregão da manhã, com alta de 0,3% no índice Bovespa (.BVSP).

A medida reforça a estratégia da BRF de manter participações adequadas no que é conhecido como mercado de alimentos halal, onde os alimentos devem ser preparados para atender às necessidades alimentares muçulmanas.

O Brasil é o maior fornecedor de carne halal do mundo, vendendo aves e carne bovina para lucrativos mercados islâmicos em todo o mundo. consulte Mais informação

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Analistas do Itaú BBA consideraram o acordo a favor da BRF, dizendo que estava alinhado com os objetivos de longo prazo de ambos os lados e que estava alinhado com as operações da BRF no Oriente Médio e resguardou sua “forte posição de marca”.

A Arábia Saudita é o quarto maior consumidor de aves do Brasil, importando 353,5 mil toneladas até 2021, segundo dados comerciais compilados pelo grupo industrial de carnes ABPA, que representa fabricantes e exportadores brasileiros.

Enquanto os sauditas tentam reduzir as importações e aumentar a produção local de produtos avícolas, o volume representa uma queda de 24,4% em relação ao ano anterior.

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Reportagem de Gabriel Arrojo e Ana Mano em São Paulo Edição de Peter Groff, Bernadette Pam e Paul Simão

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