Exportações da Argentina para o Brasil crescem, mas apesar do superávit de setembro – em vermelho – Mercoprus

Exportações da Argentina para o Brasil crescem, mas continuam no vermelho apesar do superávit de setembro

Segunda-feira, 4 de outubro de 2021 – 09:02 UTC


A Argentina está se recuperando após dois anos de fortes reveses.

A Argentina registrou superávit comercial com o Brasil em setembro, após um aumento de 37% nas vendas em setembro.

De acordo com os dados mais recentes, o comércio bilateral aumentou 46% até agora neste ano, em comparação com as exportações da Argentina de US $ 8 bilhões no mesmo período de 2020.

Novos números mostram a recuperação da Argentina após dois anos de forte recessão. A chave para essa recuperação são os setores de milho, trigo e automotivo e siderúrgico, de acordo com estudo da consultoria Abezep.

A corrente de comércio (exportações + importações) foi de US $ 1.976 milhões (+ 28,8% ano-a-ano) em setembro, o nono mês consecutivo de crescimento, de acordo com o estudo.

Apesar de menos de US $ 2.122 milhões em agosto, o comércio se manteve em patamar elevado, o melhor setembro desde 2017. Apresentou uma recuperação completa do bloqueio de 2020, 46,1% em 2021 e um aumento de 8,6% em 2019 em relação ao mesmo período.

A balança comercial ficou praticamente neutra em setembro (+ US $ 1 milhão), mas melhorou significativamente em relação ao déficit de US $ 91 milhões registrado em setembro de 2020. Ainda assim, entre janeiro e setembro, os números vermelhos acumulados dos negócios dispararam para US $ 602 milhões, o pior dado desde o mesmo período após 2018.

As exportações para o Brasil somaram US $ 988 milhões, um aumento de 37% pelo 9º mês consecutivo de setembro, enquanto as compras argentinas aumentaram 21,5%, para US $ 988 milhões.

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Nos primeiros nove meses de 2021, as exportações para o Brasil aumentaram 44,7%, totalizando US $ 8,141 milhões, enquanto as importações argentinas cresceram ainda mais 47,5%, para US $ 8,743 milhões.

Segundo a Abessep, o comércio com o Brasil continuará aquecido no restante do ano, com exportações e importações acima dos níveis pré-epidêmicos. No entanto, “algumas evidências incertas estão surgindo”.

O comércio será favorecido pelo melhor desempenho das duas economias até o final do ano devido ao avanço da vacina, menos controles e menos casos.

Em linha com a retomada da produção industrial no Brasil, as exportações argentinas de automóveis continuarão crescendo, assim como a produção da produção industrial (MOI) em geral; A alta pressão nos próximos meses afetará as importações do mercado de câmbio.

Como a desvalorização do peso argentino parece inevitável no curto prazo, espera-se avançar no adiamento das compras e vendas, o que aprofundará o viés do déficit cambial.

Por outro lado, a persistência de problemas nas cadeias produtivas globais continua gerando escassez de alguns insumos essenciais, afetando a dinâmica produtiva de algumas indústrias e também o comércio entre os países.

Aceb também alertou que os efeitos da queda histórica do rio Parane podem prejudicar o fluxo normal de comércio entre os dois países.

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