Gretchen Barlado: Floor – um talento diferente com influência brasileira

Último lançamento de Gretchen Burlado, indicados ao Grammy Mora em NYC, Forneceu histórias de jazz fluentes com uma banda obstinada de campo esquerdo. Wayne Shorter e Herbie Hancock estavam cobertos – ele teria se apresentado com os dois – e simplesmente tiveram uma edição única de Holding Back the Years dos Reds.

Oito anos, Flor O cantor americano usa sua distribuição de tirar o fôlego para um talento que vai do jazz e pop ao clássico. A influência brasileira também é forte; O guitarrista paulista Marcel Kamarko tem papel fundamental e colaborador nos arranjos. Alcachofra celestial Manukian é igualmente adepto de tocar picicado ou arco, com traços de elementos de paisagens sonoras criadas pelo trio Tin Hot e Phil Friesell.

A abordagem minimalista de Barlado e o foco lírico nos perdidos – perdidos e achados – puxam a força de sua mente musical afiada. O filme de sucesso de 1973 de Jono Gilberto “ÉPreciso Ferdorand”, uma balada menor, tece suas próprias canções na língua portuguesa original, dando ao coração todo o seu peso emocional. “Sweet Love” de Anita Baker com o convidado Gerald Clayton em Fender Roads é arremessado um quilômetro obtendo uma pulsação extra. Apresenta o “Magnus” original co-escrito com o ritmo de estalo da língua da África Ocidental.

Cartão do álbum 'Florin' de Gretchen Barlado

Duas músicas são up-tempo e duas apresentam convidados. O baterista brasileiro Erdo Morera junta-se à leitura de samba de “Roy Allen” do falecido trompetista de jazz Roy Hargirov; Um maravilhoso “maravilhoso” desde tenra idade, o marido e baterista de Barlado Mark Gilliana, pai de seu filho de seis anos.

Em outro lugar, uma série de abóbadas captura a gama emocional e estilística do álbum, conduzindo o violoncelo. A muda “Rosa” – escrita em um sentido clássico e tranquilo pelo compositor brasileiro Pixinginha – seguida por “O que diz um leão?” De Chris Morrissey? Tem uma capa linda, que é a divisa da Surreal. A “Cello Suite No. 1” da Box começa com a voz sem suporte de Burlado e culmina com uma pausa sensível.

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O álbum termina com “No Plan” de David Bowie, capturando os efeitos sempre crescentes da voz de Barlado e da bateria e pós-produção de Giuliana.

★★★★

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