O que impede o Brasil de desenvolver a vacina COVID-19?

Em junho de 2020, várias marcas de vacinas foram desenvolvidas em todo o mundo para vacinar pessoas contra Govt-19. Na época, uma equipe de cientistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no Brasil, estudava os potenciais benefícios dos bioplásticos – um subproduto da indústria do álcool – feitos de polímeros.

Essas nanopartículas também já foram testadas em vacinasPesquisadores no Brasil decidiram usar a mesma tática para vacinação contra o vírus SARS-Cov-2.

Eles tiveram bons resultados até agora. “Nossa vacina não parece exigir nenhuma outra substância para estimular o sistema imunológico.

As descobertas científicas são promissoras

Os adjuvantes – geralmente de alumínio, segundo Pierre – ajudam o sistema inflamatório a funcionar e, assim, ativam o sistema imunológico. Desenvolver uma vacina contra um suplemento economiza dinheiro: sozinha, pode somar até três euros por dose, enquanto toda a vacina desenvolvida pela UFPR deverá ser vendida a um preço bem mais barato (cerca de um euro por dose).

A tecnologia desenvolvida no Paraná tem outra vantagem. Ao transmitir o vírus ao sistema imunológico por meio de nanopartículas, a vacina pode ser adaptada a outras doenças virais (como dengue e Zika, mais comuns no Brasil) e Covit-19. Bario mencionou que estava realizando um estudo inicial com ovelhas por vacinação (era veterinário de profissão), e que essa pesquisa estava apresentando bons resultados.

Sanções orçamentárias atrapalham a produção da vacina Covit-19 no Brasil

A vacina UFPR não está pronta para venda, entretanto, e não estará disponível em curto prazo. Ainda é necessário um investimento substancial em laboratórios, profissionais, produtos e planta industrial para a produção para disponibilizar a vacina ao público.

Divulgue a vacina e arrecade fundos para a terceira fase em um site especialmente criado – Testes Médicos em Humanos – Objetivo Reunião Mais de 12 milhões de euros.

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Alguns órgãos federais, o governo do estado do Paraná e muitos órgãos públicos cobrem uma pequena parcela do orçamento. Com as doações, a campanha aumentou até agora apenas a meta de 2%. Neste caso, não basta preparar documentos científicos e científicos escritos. É eficaz, mas não é como a vacinação ”, disse a pesquisadora. “É por isso que seguimos caminhos financeiros extraordinários.”

Num mundo melhor, o bureau explicou que haveria uma parceria privada para implementar os projetos – uma farmacêutica por exemplo. Foi o que aconteceu na Universidade de Oxford, que contou com a experiência da AstraZeneca para desenvolver uma vacina comercial. No Brasil, no entanto, essa parceria dificilmente será uma farsa. “Decidimos ir até o fim. Mas percebemos que somos mais do que tudo se houver uma organização organizada para apoiar a pesquisa”, disse o bureau.

Integração nacional e parceria privada

Segundo Akira Homa, ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Instituto Bio-Manguinhos) e atual assessor científico sênior, muitos estudos estão trilhando o caminho para o desenvolvimento de uma vacina nacional. Tais estudos incluem a Universidade de São Paulo (USB) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Algumas lojas brasileiras chamaram isso de “corrida nacional da vacina”, mas a Homema não aprovou a abordagem, dizendo que as empresas deveriam trabalhar todas juntas. “O Brasil não tem autoridade competente de profissionais da ciência experientes no desenvolvimento e produção de vacinas, e não tem recursos financeiros para apoiar o desenvolvimento de vários projetos”, disse ele à Home Fair Planet. [project]Precisaremos de vacinas de segunda geração, pois muitas perguntas ainda precisam ser respondidas ao longo do tempo. “

Homma começou a trabalhar na Fiocruz em 1968 e acredita que o Brasil tem tudo para ter sucesso no desenvolvimento da vacina Covit-19. Apesar do declínio do investimento em ciência e tecnologia ao longo dos anos, há bons pesquisadores interessados ​​em fazê-lo. “Temos equipes de pesquisadores em biologia molecular, microbiologia e imunologia, e eles são muito importantes.

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Investir em pesquisa agora é um investimento no futuro. O pesquisador da UFPR Bruno Piero explica que a base de algumas das vacinas atualmente utilizadas no combate ao Govt-19 foi desenvolvida há muitos anos como parte de outros estudos. O mesmo pode acontecer com a vacina desenvolvida na UFPR no Brasil: podem salvar muitas vidas nos próximos anos.

Pode salvar 30.000 vidas por mês

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) estima que, se a liberação da vacina no Brasil tivesse sido rápida no início deste ano, 20.000 a 30.000 mortes por mês poderiam ter sido evitadas pelo Covit-19. Além disso, vacinas desenvolvidas internamente irão economizar dinheiro público e tornar o país menos dependente de produtos internacionais e do comércio internacional.

No entanto, o impacto real é muito maior: por exemplo, a tecnologia desenvolvida na UFPR pode ajudar a prevenir outras infecções no futuro (estimativas da Organização Pan-Americana da Saúde). 500 milhões de pessoas podem ser afetadas Dengue nos Estados Unidos, por exemplo – uma doença viral transmitida por Aedes aegypti Mosquito, que é comum em regiões tropicais).

Nas últimas décadas, o Brasil se tornou um modelo para o mundo em termos de programas de vacinação. O governo federal afirmou que, graças a uma organização de saúde pública mais ampla – na sigla em inglês, SUS – a população brasileira tem direito a um programa completo de vacinação que pode protegê-la de 23 doenças.

Infelizmente, devido a fatores como o movimento da vacina antiinflamatória e o escasso investimento em campanhas de conscientização pública, a taxa de vacinação no Brasil caiu recentemente para o nível da década de 1980.

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Ainda há esperança para a vacina brasileira

Apesar disso, os brasileiros ainda estão prontos para receber a vacina Govt-19. Apesar da falta de instalações de vacinação em massa, o Brasil deu as primeiras impressões a quase 65% da população, até 13%; A segunda dose é administrada a 33,4% da população.

Além disso, pesquisa global “Fundação para Vacinas JuvenisRealizado pelo UNICEF em julho de 2020, mostra que os jovens brasileiros (de 18 a 30 anos) têm maior probabilidade de serem vacinados em todo o mundo do que seus pares (ainda não disponíveis na época).

Se a vacina nacional for desenvolvida e distribuída às pessoas, a confiança será a chave para superar os temores causados ​​pela desinformação. “Precisamos nos comunicar diretamente com o público sobre a importância da prevenção e da imunização conjunta”, disse Akira Homa, acrescentando que uma campanha de comunicação abrangente é necessária para atingir todas as pessoas.

Além disso, disse ele, a verificação da Anvisa (Agência Nacional de Saúde) seria fundamental para garantir que a vacina nacional seja confiável e, em última instância, segura para a população.

Imagem: SJ Obio

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