Tecnologia Usada para Denunciar Crime Ambiental no Brasil

Grupos nativos na área da floresta amazônica brasileira estão usando cada vez mais a internet para compartilhar evidências de crimes ambientais.

Esses grupos estão usando telefones, câmeras de vídeo e mídias sociais para compartilhar informações com o público. Eles querem aumentar a pressão sobre as autoridades para que respondam rapidamente às suas preocupações.

Até recentemente, indígena muitas vezes as comunidades usavam o rádio para enviar seus pedidos de ajuda. Essas chamadas foram compartilhadas com a mídia e o público por grupos de direitos ambientais e indígenas.

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro criticou esses grupos sem fins lucrativos. Bolsonaro apoia a legalização da mineração e terra locação em áreas indígenas protegidas.

Mas vídeos e fotos vindos diretamente dos indígenas vêm chamando a atenção. Isso está forçando as autoridades e o público a lidar com o que está acontecendo.

Nara Baré é chefe do grupo Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. Ela disse: “Quando usada corretamente, a tecnologia ajuda muito em tempo real monitoramento e denunciando. “

A internet em várias áreas

A conectividade de comunicações não está apenas ajudando a relatar informações nas mídias sociais. O Ministério Público Federal do Brasil criou um site para registrar os crimes denunciados e receber carregado materiais visuais.

No passado, as pessoas em comunidades distantes tinham que fazer uma viagem longa e cara até a cidade mais próxima que tivesse um Ministério Público Federal.

O território Xipaia faz parte de uma área de floresta tropical conhecida como Terra do Meio. Possui muitas comunidades ribeirinhas indígenas e tradicionais. As conexões de internet não eram comuns até 2020. Foi quando vários grupos sem fins lucrativos, incluindo Saúde em Harmonia e Instituto Socioambiental, financiaram a construção de 17 antenas em toda a grande área.

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Marcelo Salazar é coordenador do programa Saúde em Harmonia Brasil. Ele disse: “A internet facilita as questões de saúde, educação e economia florestal”. Combater o crime ambiental é um benefício adicional, disse ele.

Quatro em cada cinco comunidades Xipaia já estão conectadas a serviços de comunicação.

Cerca de 1.300 quilômetros a oeste, no estado amazônico de Rondônia, o serviço de internet permitiu que o povo Uru-Eu-Wau-Wau fizesse aulas de fotografia e vídeo para gravar desmatamento. Uma aula de treinamento de três dias em 2020 foi realizada no Zoom.

O esforço produziu o documentário O território. O filme ganhou prêmios no Sundance Film Festival deste ano, Copenhagen International Documentary Film Festival e outros. Ao longo de sua produção, o diretor americano Alex Pritz usou o WhatsApp para se comunicar com seus operadores de câmera recém-treinados.

As promessas de Bolsonaro de legalizar a mineração e outras atividades em terras indígenas na Amazônia levaram mais pessoas a ir para essas áreas. Grupos indígenas e ambientalistas estimam que existam 20 mil garimpeiros ilegais no território Yanomami. É uma área do tamanho de Portugal no norte do Brasil.

O governo de Bolsonaro diz que há 3.500 mineiros lá.

Preocupações com a internet

Alguns temem que grupos indígenas como os Xipaia não sejam os únicos beneficiados pela maior disponibilidade de internet na região amazônica. Mineradores ilegais às vezes trabalham com líderes indígenas locais, comunicando-se secretamente em aplicativos de mensagens.

As informações podem ajudar os mineradores a esconder maquinário pesado ou informá-los sobre as próximas incursões por policiais.

O estado de Roraima abriga a maior parte do território Yanomami. O AP contatou um provedor de internet que oferece Wi-fi para uma mina de ouro ilegal por US$ 2.600, mais US$ 690 por mês.

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Salazar, da Health in Harmony, descreveu o aumento da disponibilidade da Internet como “uma faca de dois gumes”, o que significa uma situação que tem efeitos bons e prejudiciais.

Eu sou John Russel.

Fabiano Maisonnave relatou esta história para a Associated Press. John Russell adaptou-o para Learning English.

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Palavras nesta história

indígena –Adj. produzidos, vivendo ou existindo naturalmente em uma área

alugar – v. usar (algo) por um período de tempo em troca de pagamento

monitor – v. assistir, observar, ouvir ou verificar (algo) para um propósito especial durante um período de tempo

denunciar – v. denunciar (alguém) à polícia ou outras autoridades por atos ilegais ou imorais; criticar (alguém ou algo) duramente e publicamente

Envio – v. computadores: para mover ou copiar (um arquivo, programa, etc.) de um computador ou dispositivo para um computador ou rede de computadores geralmente maior

antena – n. : um dispositivo (como um fio ou uma haste de metal) para enviar ou receber sinais de rádio, televisão ou telefone celular

desmatamento – n. o ato ou resultado de derrubar ou queimar todas as árvores em uma área

Wi-fi –N. uma rede local de sinais de comunicação sem fio que conectam dispositivos a poucos metros um do outro

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